Porque quando ela vai embora, ela leva junto minha alegria, minha inspiração…
Acaba deixando só saudade e uma sensação de que os dias não passam.
Acho que depois do dia 13 eu volto a escrever.
Porque quando ela vai embora, ela leva junto minha alegria, minha inspiração…
Acaba deixando só saudade e uma sensação de que os dias não passam.
Acho que depois do dia 13 eu volto a escrever.
Categorias: Saudade
Se no meu calendário existe um dia pra ser o dia da saudade, eu diria que pra sempre vai ser o dia 22 de junho. Hoje faz 11 anos que Dona Celina nos deixou de uma forma inesperada, deixando um vazio imensurável que nunca deixará de doer… e esse é o motivo mor para esse dia ser sempre cinzento nos corações da família Moraes.
Hoje, 22 de Junho de 2008 eu adiciono mais uma saudade a esse dia. A de Dona Joana, que faz aniversário daqui a 2 dias e pela primeira vez não vai comemorar perto da gente porque foi morar há 1300km de casa.
Eu já conheço a saudade há muito tempo, mas estou surpreendida como ela tem facetas diferentes que eu nunca tinha conhecido. E pra falar a verdade, eu num tou querendo conhecer mais nada disso…
Meu coração dói e meu único pedido no reveillon esse ano além de não ter sido atendido, parece que alguém resolveu conspirar pra realizar o seu oposto.
“Menos saudade em 2008″ tornou-se um: “Monique, você nasceu pra viver de saudade.”
Então tá.
By the way: boa viagem, mon bijou…
Categorias: Saudade
Quando a sociedade estabeleceu um modelo de normalidade, criou uma guerra antropológica com a natureza humana.
A diversidade natural é real e em torno dela age a funcionalidade da ecologia, que trabalha em favor do progresso de todos.
Cada um de nós é único, com um temperamento original relativo às necessidades essenciais do progesso pessoal e coletivo. Quem resolve seguir o modelo se ilude bloqueando a expressão de sua alma, criando insegurança, doença, desilusão e sofrimento.
Os iludidos dão mais importância às aparências do que à verdade, que prioriza os valores eternos do espírito.
Servos do mundo, sofrem o mundo.
Em razão disso, quem assume sua verdade e age de acordo com os valores da Vida, mesmo enfrentando o preconceito e pagando O PREÇO DE SER DIFERENTE, passa credibilidade, obtém respeito e se realiza.
Porém os escravos do preconceito estão se candidatando no futuro a experimentar as mesmas experiências que criticaram, a fim de aprender a conviver com as diferenças.
FRATERNIDADE é o resultado da capacidade de apreciar as diferenças.
Luiz Gasparetto, na contra capa de O preço de ser diferente, de Mônica de Castro ditado por Leonel;
Categorias: Outros escritores
Composição: Nando Reis
Desculpe estou um pouco atrasado
Mas espero que ainda dê tempo
De dizer que andei errado
E eu entendo as suas queixas tão justificáveis
E a falta que eu fiz nessa semana
Coisas que pareceriam óbvias
Até pra uma criança
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
Será que eu sei?
Que você é mesmo
Tudo aquilo que me faltava…
Amor, eu sinto a sua falta
E a falta é a morte da esperança
Como um dia que roubaram o seu carro
Deixou uma lembrança
Que a vida é mesmo coisa muito frágil
Uma bobagem, uma irrelevância
Diante da eternidade do amor de quem se ama
Por onde andei?
Enquanto você me procurava
E o que eu te dei foi muito pouco ou quase nada
E o que eu deixei algumas roupas penduradas
Será que eu sei?
Que você é mesmo tudo aquilo que me faltava…
Categorias: Músicas
Ela já não gosta mais de mim
Mas eu gosto dela mesmo assim
Que pena, que pena
Ela já não é mais a minha pequena
Que pena, que pena
Pois não é fácil recuperar
Um grande amor perdido
Pois ela era uma rosa
Ela era uma rosa
As outras eram manjericão
As outras eram manjericão
Ela era uma rosa
Ela era uma rosa
Que mandava no meu coração
Coração, coração
Ela já não gosta mais de mim
Mas eu gosto dela mesmo assim
Que pena, que pena
Ela já não é mais a minha pequena
Que pena, que pena
Mas eu não vou chorar
Eu vou é cantar
Pois a vida continua
Pois a vida continua
E eu não ficar sozinho
No meio da rua, no meio da rua
Esperando que alguém me dê a mão
Categorias: Músicas
#1
Dá vontade de mandar meia dúzia de gente tomar no cu e correr pra casa chorando, se trancar no quarto pra tomar um toddy e jogar playstation até ficar vesga. Isso de escolher qual cara eu vou vestir hoje fode com tudo. Sempre. É, eu confesso que não é exatamente a realidade que eu esperava encontrar. Talvez isso mude. Talvez você entre na minha vida sem tocar a campainha e me sequestre de uma vez. Talvez você pule esses tres ou quatro muros que nos separam e segure a minha mão, assim, ofegante, pra nunca mais soltar. Talvez você ainda possa pular no rio e me salvar. Ou talvez eu só precise de férias, um porre e um novo amor. Porque no fundo eu sei que a realidade que eu sonhava afundou num copo de cachaça e virou utopia.
#2
Mas depois passou. Tudo se acalmou.
Foi só um momento ruim.
Essas fases más, de falta de paz,
De insônia e de botequim.
Mas cansei de vagar, fiquei farto de bar,
De perfume vulgar, cigarro e gin.
Eu não tenho ninguém, mas preciso de alguém,
Pra evitar o meu fim.
Eu não posso ocultar o que o amor me fez.
Eu não quero passar por tudo outra vez
Pra sofrer e chorar mais uma ilusão,
Eu me ajeito com a solidão.
#3
“Que foi que aconteceu, eu pensava depois acendendo um cigarro no outro, e não queria lembrar mas não me saía da cabeça (…) perdi minha alegria, anoiteci, roubaram minha esperança, enquanto você, solidário e positivo, apertava meu ombro com sua mão apesar de tudo viril repetindo reage, companheira, reage, a causa precisa dessa tua cabecinha privilegiada, teu potencial criativo, tua lucidez libertária, bababá bababá.”
#4
“No entanto estou sendo franca e meu jogo é limpo. Abro o jogo. Só não conto os fatos de minha vida: sou secreta por natureza.”
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