Dieta do Marlboro

Entradas categorizadas em ‘Saudade’

Denovo

15 Outubro, 2009 · Deixe um comentário

Oficialmente, hoje eu perdi as contas de quantas vezes você já me abandonou.

Hm.

Categorias: Má sorte · O coração · Saudade

bilhetinho.

21 Setembro, 2009 · Deixe um comentário

Loli,

Sua mãe me abandonou. Dessa vez eu vou te pedir só pra cuidar dela. E lembrá-la, todos os dias, o quanto é linda e capaz de ser feliz. Tá? Faz isso por mim. Ah, também não esquece de dar beijo toda hora!!!

M.

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Saudade Alheia (Por Danielle Means)

A tempestade está se formando lá fora,
e a chuva não me deixar ir.
Meus sonhos não são mais os mesmos,
e minha saudade anda ensurdecida…
por canções que me levam a você.

Tento não chorar com a chuva.

Preciso deixar que passe…
ou que chova completamente em mim.

Não é você que quero de volta…

É a minha saudade que precisa ir embora.

Categorias: O coração · Saudade

Lolita

19 Abril, 2009 · Deixe um comentário

Quanto a Loli, diz pra ela, qualquer dia, que eu a amei desde o primeiro dia. Fala que eu perdoo todas as mordidas, que não vai me fazer falta aquelas havainas destruídas nem a raposinha que ela comeu, e que não importa quantas alergias o pêlo dela me causou.

Diz pra ela que isso não é abandono, que são apenas circunstâncias da vida e que esse amor meu por ela não é dos que se acabam.

Quando for a praia com ela, não deixa de lembrar daqueles dias que eu também estava junto, que a gente nadava e que ela insistentemente enchia a gente de areia, só ficando quietinha quando se agarrava a um espetinho ou umas cabeças de camarão.

Ah, diz pra ela te contar das vezes que eu dei chocolate escondido pra ela, pedindo pra não te dizer, pra você não brigar. Das vezes em que eu ficava fazendo companhia a ela, enquanto a mãe dela dormia ou tomava banho. E das vezes que corri ao redor do carro atrás de tomar a galinha da boca dela, e usava a bolinha pra roubar a atenção dela pra mim…

Diz pra ela que vou sentir saudade, que dói lembrar com tristeza a falta que vai me fazer a alegria dela, a traquinisse e os aperreios também, quando me acordava de madrugada com as patas em cima de mim.

Fala pra ela que o amor é mágico e maior que o tempo. Que eu vou ficar bem e daqui um tempo, sempre que a mãe dela deixar, vou visitá-la, vou levá-la pra passear na praia e na pracinha.

Todos os dias, se puder, fala um pouquinho de qualquer coisa sobre mim pra que ela não esqueça nunca, até o dia que eu possa ficar indo visitá-la de vez enquando, me consumindo de momentos alegres, risadas bobas e saindo de lá cheia de pelos, sujeira e alergia que não me importarão, no final das contas.

Por fim, fala pra Loli que os momentos em que eu mais me sentia feliz e querida era quando, nas sextas feiras, eu chegava e tinha dois beijos e dois abraços prontos pra me receber, os dela e os da mãe dela.

E que vocês duas nunca esqueçam do que – no meu coração – pra sempre vai ficar.

loli

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A Rita

15 Abril, 2009 · Deixe um comentário

Eu sei que você sente minha falta e que ainda é necessário ouvir minha voz todos os dias antes de dormir, na hora do almoço e no primeiro bom dia.

Eu sei que você pensa em mim o dia inteiro, sei que o sentimento que você sente é ainda maior que sua vontade de ficar um pouco só.

Sabe o que você precisava? Férias totais na sua vida. Mas você não pode tirar férias de todo mundo. O que restou foi tirar apenas de mim; algo que vai te trazer paz e serenidade, menos sufoco e mais privacidade.

Felicidade? Talvez. Mas que você sente minha falta, você sente. E o coração aperta se você imaginar que nunca mais vai ter aquele abraço de urso pequeno, aquele beijo babado que você reclama, aquela pessoa pequenina pra você fazer piada a cada 5 minutos e rir sozinha daquele jeito que só me deixa mais apaixonada.

A verdade é essa. Mas a sua escolha foi tirar férias da melhor coisa da sua vida. Da parte que trazia mais sorrisos e alegrias, da parte que te fazia ser mais doce e cândida. E agora você volta a sua própria escuridão.

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A Rita levou meu sorriso

No sorriso dela

Meu assunto

Levou junto com ela

O que me é de direito

E Arrancou-me do peito

E tem mais

Levou seu retrato, seu trapo, seu prato

Que papel!

Uma imagem de são Francisco

E um bom disco de Noel

A Rita matou nosso amor

De vingança

Nem herança deixou

Não levou um tostão

Porque não tinha não

Mas causou perdas e danos

Levou os meus planos

Meus pobres enganos

Os meus vinte anos

O meu coração

E além de tudo

Me deixou mudo

Um violão

(Chico Buarque)

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A Morte

13 Abril, 2009 · 1 Comentário

A pior morte é a de quem vive, pois não existe o consolo do impossível que a verdadeira morte nos dá. Existe apenas a angústia de sermos impotentes diante da vida e dos sentimentos.

Morre-se quem vive a força, quem não tem amor ou esperança na vida, quem vive cada dia à esperar o tempo passar. Também se morre quando se deixa de fazer parte da vida de alguém e este vive o desespero de sentir a morte de quem ainda vive.

Dói a morte de um sentimento que não deveria ter nascido e muito menos alimentado; e morre-se junto, sendo mais dificil de superar do que as pessoas supõem.

Toda morte gera uma lembrança, que vai se esvaindo aos poucos, como fazem as lembranças, até as que têm envolta muito amor; como se existisse um processo curativo inconsciente em nossa mente, que nos faz levantar, apesar da nossa desesperada determinação de nunca esquecer.

A morte é uma oportunidade que nunca volta e logo chega-se o tempo de enfrentar o fato com coragem e realismo, renunciando sonhos e esperanças.

M.

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“Todo homem tem uma tristeza dentro de si e não é pecado recordar um desgosto”

“Ela valia mais, mas não nascera para mais…”

(em Pássaros Feridos)

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Sobre os dias 22

22 Janeiro, 2009 · 1 Comentário

Uma vez já disse aqui que o dia 22 sempre será um dia de saudade.

Diversos motivos, muitos amores e saudades insuportáveis.

Hoje acrescento mais uma saudade, e por ironia do destino nosso dia sempre foi o 22. E você não está aqui pra comemorar comigo esses 5 meses que nos fizeram felizes.

Hoje não tem comemoração.

Hoje é dia de saudade.

De saudade que dói.

Categorias: Saudade

Retrospectiva 2008

18 Dezembro, 2008 · Deixe um comentário

Acontecimentos, conquistas & melhores momentos: o estágio na Junta Comercial e o primeiro salário, o São João que me trouxe novos amigos maravilhosos, uma viagem à Recife em Julho e uma à Pipa logo após, uma conversa reveladora e tensa com uma amiga de anos (obrigada por tudo sempre, Clarissa), um começo de namoro inesperado com diversas surpresas e muito amor (motivo de meus sorrisos todos os dias), o ápice de grandes amizades (beijo Lutch, Rallyson, Amanda, Bia, Ilana e Andre), a liberdade de morar sem os pais e não dever satisfação, a aproximação de pessoas que no fundo sempre estiveram por perto (Tia Neuma e Tio Rafael).

Momentos ruins: um medo de perder uma das razões de minha vida (meu irmão), diversos finais de um namoro perturbado que só me trouxe dor de cabeça por sempre ter que rebaixar meu intelecto a um nível inferior em prol de algo que hoje denomino paixão, pois amor nenhum chegaria a tal ponto de perturbação psicológica em uma pessoa sã como eu(?), o ápice da minha instabilidade emocional etc.

Saudades: aquele que foi uma companhia de todos os dias, por 8 anos, sempre pronto a nos encher de carinho e atenção (Brad, in memoriam), pai & mãe que foram morar fora, meu amor que não pode estar perto durante a semana. Um ano de saudades sentidas, saudades eternas e saudades matadas.

Sorrisos: o mês de Janeiro com Luciano, o aniversário entre amigos, o primeiro dia de trabalho, a bebedeira em Recife, os momentos zens de Pipa, as farras e o apoio dos amigos em um único mês que passei solteira esse ano, o reencontro com mãe e depois com pai, o dia 22 de agosto, o beijo que veio pra ficar e o amor que tenho recebido todos os dias.

Lágrimas: sempre de saudades e por amor.

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Kit tristeza

10 Dezembro, 2008 · Deixe um comentário

Uma vez uma amiga falou que tinha um kit tristeza: um sorine e uma toalhinha ao lado da cama, pra enxugar as lágrimas e desentupir o nariz.

Eu morri de rir. Coisa de gente doida, né?

Hoje não tenho achado mais engraçado e me vejo dona de um kit tristeza.

Um lençol amarelinho velho que tá encharcado, um tubinho de colírio com soro fisiológico pra tirar a vermelhidão dos olhos e uma lembracinha digna de se chorar agarradinho.

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Desabafo

28 Outubro, 2008 · 2 Comentários

Hoje eu só preciso colocar pra fora qualquer coisa que me angustia, qualquer coisa que dói, que destrói, que mata por dentro. Uma saudade que atormenta. Um desejo contido. Uma amargura que aflige um coração de mãos atadas.

Hoje eu preciso colocar pra fora essa raiva que me consome. É tão difícil ver as pessoas que mais amamos sofrendo por falta de companhia, de atenção, de carinho, de amor. Ainda por cima quando a gente sabe que isso poderia ser resolvido facilmente e não o é.

Sobre saudade eu entendo. E deve ser exatamente por isso que ando tão sensibilizada ultimamente.

Queria estar perto de você, pai. E não deixar que nenhuma saudade lhe atormentasse, que nenhuma solidão chegasse perto e nenhum o amor lhe fosse ausente.

Apenas a saudade não justificaria minhas lágrimas. Mas a raiva justifica sim, a raiva de não poder fazer nada pra arrancar essa tristeza que te assola por estar longe de tudo e de todos. E principalmente por não ver razão nenhuma nisso, já que teu motivo maior de ter ido embora não quis ficar perto de você.

O que me rege é a esperança de que sintas esse meu amor que vai de longe, todos os dias, ao teu encontro.

“Adeus meu tempo de chorar
E não saber porque chorar
Adeus, minha cidade
Adeus, felicidade
Adeus, tristeza de ter paz
Adeus, não volto nunca mais
Adeus, eu vou me embora
Adeus e canto agora
O que eu cantava sem chorar…”

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Pro dia nascer feliz?

27 Agosto, 2008 · Deixe um comentário

O mundo inteiro acordar e a gente dormir…

né, delícia?

ps: saudade gostosa de você…

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